Subjetividade e objetividade: antinomia kantiana do gosto na arte e no design

Sérgio Luciano da Silva, Dijon De Moraes

Resumo


O presente artigo tem por objetivo analisar o potencial de aplicação no design dos pressupostos kantianos sobre a antinomia do gosto contidos em sua obra Crítica da faculdade do juízo. Partimos da tese do filósofo e teórico da arte Tierry de Duve, em seu livro Kant after Duchamp, sobre a atualidade da estética de Kant que propõe uma transposição do paradoxal conceito indeterminado do belo para a arte contemporânea. Nosso método, em duas etapas (primeiro na arte e depois no design) busca transpor o mesmo conceito e modelo kantianos para o design e avaliar suas consequências para a constituição de uma teoria que relacione arte e design. Como consequência o design se estabelece como um campo que incorpora indeterminações que o afastam, na atualidade, do conceito de ciência, mas ampliam suas possibilidades de conexão com outros ramos do conhecimento.


Palavras-chave


Teoria e crítica do design, Filosofia da arte, Antinomia kantiana do gosto na arte e no design

Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.35522/eed.v27i3.773

Apontamentos

  • Não há apontamentos.