Design é coisa de veado: estratégias para o desenho de uma plataforma digital para memórias sexo e gênero dissidentes
DOI:
https://doi.org/10.35522/eed.v29i3.1276Palavras-chave:
design político, gênero e sexualidade, políticas de memóriaResumo
sobre arquivo com Achiles Mbembe e Jack Halberstam, no presente texto objetivamos analisar o papel do design como meio que dá forma a discursos, questionando epistemologicamente suas estruturas normativas e alertando para as responsabilidades éticas imbricadas no planejamento e execução de uma plataforma digital para salvaguarda de múltiplas narrativas de corpos e manifestações estético-políticas bixas, sapas, lésbicas, trans e travestis: tropicuir.org. Um percurso transdisciplinar que investiga possibilidades de uma queerização, ou estranhamento do Design para dar a ver algumas implicações políticas e responsabilidades éticas do campo, ao mesmo tempo que articula meios para configuração de espaços livres de censura e ferramentas para auto representação como estratégias de sobrevivência de muitas memórias transviadas sistematicamente apagadas.
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